Festival internacional
de fotografia e artes visuais

Exposições - Seção oficial

PHotoEspaña > PHE12 > Exposições > Seção oficial
Alberto García-Alix. Autorretrato. Mi lado femenino, 2002 © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013
Alberto García-Alix. Autorretrato con chaleco. © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013
Alberto García-Alix. Autorretrato. Los malheridos, 1988 © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013
Alberto García-Alix. Autorretrato. Buscando a Xila, 2006 © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013
Alberto García-Alix. Autorretrato con mocasines, 1988 © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013
Alberto García-Alix. Autorretrato. Lo que dura un beso, 2001 © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013
Alberto García-Alix. Autorretrato. Una pequeña historia de amor, 1995 © Alberto García-Alix. VEGAP. Madrid, 2013

Alberto García-Alix. Autorretrato

Alberto García-Alix

Sesc Consolação

Rua Doutor Vila Nova, 245

Telefone: 3234 3000

Segunda a Sexta: 7:00 h às 22:00 h

Sábado e feriados: 10:00h às 19:00h

 

Data: 23 de outubro - 25 de janeiro

Curador: Nicolás Combarro

Autorretrato não pretende ser um diário de Alberto García-Alix, não apresenta uma documentação cronológica de sua vida nem sugere um exercício egocêntrico. Embora as fotografias estão em consonância com a vida do autor, sua intenção é gerar uma nova realidade onde o espectador também tem um lugar. A maneira como o artista vê a si mesmo pela fotografia tem evoluído e adota diferentes variantes, deixando um rastro que agora se remonta com esta exposição. Para García-Alix, o conceito do autorretrato é muito amplo, já que abrange uma grande parte de sua obra em que se considera refletido. É difícil encontrar em seu trabalho alguma peça que não seja intensamente autorreferencial e também seria possível dizer que toda a sua obra, em conjunto, forma um grande autorretrato.

A mostra repassa sua trajetória desde os primeiros autorretratos realizados no final dos anos 70 até as fotografias de fragmentos de seu corpo, que respondem a diferentes necessidades do fotógrafo no momento de nos contar sua decomposição particular de autorretrato. Reúne imagens da série que poderia receber o nome genericamente de “paisagens íntimas”, lugares que formam parte de suas vivências e sobre o que sente a urgência de se projetar, e trabalhos em vídeo nos quais reúne fotografia, imagem sequencial e trilha sonora para construir relatos em primeira pessoa e emergir o espectador num universo cada vez mais narrativo.

Alberto García-Alix (León, 1956) recebeu os principais prêmios espanhóis em reconhecimento a sua carreira: Premio Nacional de Fotografia (1999), Premio de Fotografia de la Comunidad de Madrid (2004) e Premio PHotoEspaña (2012). Sua obra também foi desenvolvida na França e na China, onde trabalhou e morou. Desde 1981, realizou diversas exposições, entre as quais se destacam as desenvolvidas em Les Rencontres Internationales d'Arlès e no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía. Publicou mais de uma dúzia de livros de fotografia, como Bikers e Llorando a aquella que creyó amarme e assinou vários vídeos de criação onde palavra e imagem se fundem, como Tres vídeos tristes ou De donde no se vuelve. Sua faceta de escritor se reflete na publicação de 50 textos de ensaio, relatos e contos em jornais diários, revistas culturais e livros de imagens como No me sigas... estoy perdido e Moriremos mirando. Como editor, criou a revista de culto El canto de la tripulación e codirigiu a coleção Los Libros del Cuervo.
 

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